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Me chamo Gabriela, tenho 29 anos e descobri que tinha escoliose aos 11 anos. Estava numa aula de Jazz, quando a professora falou sobre minha “coluna torta”. Alguns parentes já haviam notado algo diferente na minha coluna, porém nada muito visível.

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Meu nome é Paula, tenho 25 anos, sou médica residente de clínica geral. Aos 12 anos de idade descobri  que tinha escoliose. Fui abaixar para amarrar meu tênis e minha mãe, que estava atrás, percebeu que tinha alguma coisa diferente na minha coluna.

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Me chamo Eloisa, tenho 49 anos e sou Funcionária Pública. Lembro que aos 13 ou 14 anos de idade estava no sexto ano de balé clássico, meu irmão passou a mão nas minhas costas, fazendo um carinho, e percebeu o desvio. Naquela época, já havia indicação de cirurgia, porém toda minha família foi contra, com exceção da minha mãe, que sozinha não teve coragem de enfrentar, com receio de que alguma coisa pudesse sair errado. Além do medo de mexer na coluna, estávamos em plena década de 80 e também havia a questão da AIDS, doença ainda desconhecida. Isso nos aterrorizava, pois possivelmente seria necessário receber transfusão sanguínea.

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Escoliose é termo usado para descrever curvaturas laterais da coluna, que podem estar presentes desde o nascimento, se desenvolverem durante a infância ou, mais frequentemente, surgirem na adolescência. A maior parte dos casos são leves, entretanto, essa condição pode piorar ao longo do tempo, em especial, durante o estirão de adolescência. Leia mais