Posts

Me chamo Gabriela, tenho 29 anos e descobri que tinha escoliose aos 11 anos. Estava numa aula de Jazz, quando a professora falou sobre minha “coluna torta”. Alguns parentes já haviam notado algo diferente na minha coluna, porém nada muito visível.

Leia mais

Meu nome é Paula, tenho 25 anos, sou médica residente de clínica geral. Aos 12 anos de idade descobri  que tinha escoliose. Fui abaixar para amarrar meu tênis e minha mãe, que estava atrás, percebeu que tinha alguma coisa diferente na minha coluna.

Leia mais

Me chamo Eloisa, tenho 49 anos e sou Funcionária Pública. Lembro que aos 13 ou 14 anos de idade estava no sexto ano de balé clássico, meu irmão passou a mão nas minhas costas, fazendo um carinho, e percebeu o desvio. Naquela época, já havia indicação de cirurgia, porém toda minha família foi contra, com exceção da minha mãe, que sozinha não teve coragem de enfrentar, com receio de que alguma coisa pudesse sair errado. Além do medo de mexer na coluna, estávamos em plena década de 80 e também havia a questão da AIDS, doença ainda desconhecida. Isso nos aterrorizava, pois possivelmente seria necessário receber transfusão sanguínea.

Leia mais

Meu nome é Amanda, tenho 27 anos e vou completar 10 anos de cirurgia de escoliose. Aos 13 anos de idade, após bater as costas, tive que fazer Raio X da coluna e descobri, acidentalmente, que tinha escoliose. A princípio fui indicada para fazer tratamento conservador com fisioterapia e RPG, mas como eu era muito nova, não levei o tratamento muito a sério.

Leia mais

Cirurgia na coluna serve para solucionar problemas de vértebras (osso), discos (cartilagem) ou de nervos. As cirurgias podem ser na região cervical (pescoço), dorsal (meio das costas) ou lombar (parte mais baixa da coluna). Leia mais

Escoliose é o tipo mais comum de deformidade da coluna de crianças e de adolescentes. É muitas vezes definida como inclinação lateral da coluna. Entretanto, se trata de deformidade complexa e tridimensional, sendo seu tratamento desafiador. Na maioria das vezes, o problema aparece no estirão de crescimento e não tem causa aparente. Nessa situação, denomina-se Escoliose idiopática do Adolescente. Essa condição afeta 2 a 3% da população geral e é mais comum em meninas (acomete 7 vezes mais meninas do que meninos).

Leia mais

Cirurgia de escoliose é necessária para curvas graves. A indicação de cirurgia depende da magnitude e da localização da curva, além da idade do paciente. Na escoliose idiopática do adolescente, a cirurgia comumente é indicada para curvas maiores que 45 a 50 graus. O principal benefício da cirurgia de escoliose é prevenir problemas cardíacos e pulmonares decorrentes da deformidade da coluna, além da melhora estética. Leia mais

Escoliose é termo usado para descrever curvaturas laterais da coluna, que podem estar presentes desde o nascimento, se desenvolverem durante a infância ou, mais frequentemente, surgirem na adolescência. A maior parte dos casos são leves, entretanto, essa condição pode piorar ao longo do tempo, em especial, durante o estirão de adolescência. Leia mais