A atriz Thaila Ayala impressionou seus seguidores ao compartilhar uma foto de seu abdômen definido enquanto praticava exercícios na academia. Quando questionada sobre a nova forma física, Thaila respondeu que está firme e forte nos treinos por conta de uma hérnia de disco que a deixou de cama por meses.

“Tinha dores que nenhum remédio era capaz de tirar. A hérnia me deixou arrastando minha perna direita por meses (quando eu conseguia andar) e me levou a cirurgia. Ouvi do meu médico que era questão de dias para eu perder completamente o movimento do meu pé, que tínhamos tirado a hérnia mas que se eu não levasse muito a sério minha recuperação, se eu não fortalecesse muito o meu corpo eu precisaria entrar na faca de novo já já para colocar pinos na coluna. Para finalizar, ele disse que eu muito provavelmente não recuperaria 100% da força nem da sensibilidade da perna afetada”, escreveu.

O que é a hérnia de disco

O disco é uma cartilagem separa duas vértebras e confere mobilidade, flexibilidade e transfere cargas para a coluna. Quando há desgaste do disco, seja por envelhecimento, questões genéticas ou trauma causado por acidentes, ele pode rachar, vazando a cartilagem chamada de hérnia de disco.

“Muitas pessoas não sentem incômodo algum e só descobrem o quadro quando fazem exames por outros motivos nas regiões das costas. A dor extrema, como no caso da atriz, é um sintoma clássico de que a hérnia está pressionando algum nervo”, explica Alberto Gotfryd, médico do grupo de coluna do departamento de ortopedia e traumatologia da Santa Casa de São Paulo e ortopedista do Hospital Albert Einstein.

Quando a cirurgia é necessária?

Após o diagnóstico, que é feito por meio de ressonância magnética, um médico especialista em coluna indica se o paciente deve fazer um tratamento clínico ou cirúrgico.

Para a maioria dos casos, de acordo com Gotfryd, é indicado o tratamento clínico com medicamentos como analgésicos, anti-inflamatórios e cortisona durante as crises de dor. Fisioterapia e terapias alternativas, como acupuntura, também são recomendadas.

“Mas se o paciente não responde ao tratamento clínico, apresenta dor forte e persistente e principalmente se tem fraqueza nas pernas ou nos pés, é comum que faça parte do pequeno percentual a quem é indicada a cirurgia”, esclarece.

Confira a matéria completa no site: UOL

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